JOYCE GARBAZZA-01

Talvez o problema nunca tenha
sido você, mas o modo
como te ensinaram a se enxergar

Psicoterapia online e presencial para
mulheres que se perderam de si mesmas
tentando ser tudo para os outros

Joyce Esteves Garbazza | CRP-04/47890

Eu sou a Joyce Garbazza, psicóloga clínica, com especialização pela UFMG e atuação na abordagem fenomenológico-existencial. Desde 2017, acompanho mulheres em seus processos, muitas vezes atravessados por cobranças, expectativas e uma sensação persistente de inadequação.

Acolho histórias de quem aprendeu cedo a agradar, a se moldar, a se calar. Estratégias criadas para pertencer, sobreviver, amar, e que, com o tempo, podem se tornar fontes de desconexão e sofrimento.

Na clínica, busco oferecer um espaço onde não seja necessário sustentar essa performance. Um lugar em que a sua história possa ser acolhida com respeito e profundidade, sem pressa, sem rótulos, sem exigência de dar conta. Um convite para se aproximar da sua voz, da sua verdade, dos seus limites. E talvez, se reconectar com quem você deixou de ser para caber no mundo dos outros.

A psicoterapia, para mim, não é sobre consertar, mas sobre estar com. Uma possibilidade de se escutar de outro jeito, com cuidado, curiosidade e presença.

Se sentir que esse caminho faz sentido neste momento, estou à disposição para um primeiro encontro. Podemos caminhar juntas nessa busca por uma vida mais autêntica, livre e com mais presença de si.

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Como posso te acolher

Terapia para adultos

Um espaço de escuta ética e sensível para pessoas que se sentem exaustas de tentar agradar, dar conta de tudo e, ainda assim, viverem com a sensação de que nunca são suficientes.

Atendo principalmente mulheres em diferentes fases da vida, que desejam se reencontrar consigo mesmas com mais verdade, respeito e liberdade, após anos tentando caber nas expectativas dos outros.

Terapia para casais

Acompanhamento clínico para casais que enfrentam dificuldades na comunicação, ressentimentos acumulados e padrões de conflito que se repetem.
Nos encontros, abrimos espaço para escutar com mais clareza o que cada um sente, deseja e teme, construindo, juntos, novos caminhos possíveis para o vínculo.

Supervisão clínica

Supervisão para psicólogas(os) que desejam aprofundar sua escuta na abordagem fenomenológico-existencial, com foco na singularidade da clínica e na ética do encontro.
Ofereço um espaço de reflexão cuidadosa sobre o processo terapêutico, sustentando dúvidas, angústias e atravessamentos que fazem parte do ofício.

Algumas questões que costumam aparecer na clínica:

Cada pessoa chega com sua história, suas dores, silêncios e descobertas únicas. Ainda assim, alguns temas se repetem, e atravessam muitas das mulheres que atendo. Neste espaço, compartilho alguns desses temas, não como rótulos, mas como inspirações para que possamos pensar juntas, respeitando seu tempo e seu jeito de sentir.

Nem sempre o luto está ligado à morte. Às vezes, ele aparece quando perdemos algo ou alguém que tinha valor afetivo: uma relação, um projeto, uma versão de nós mesmas. Na clínica, acolho esse tempo com cuidado, ajudando a dar espaço à dor e à ausência, sem pressa para seguir em frente.

A ansiedade nem sempre é só excesso de futuro, às vezes, é excesso de exigência. Em nosso trabalho, vamos compreender como você tem se posicionado no mundo, que expectativas carrega, e como tem lidado com o que sente e com o que teme.

Relacionamentos podem adoecer quando são sustentados pelo medo da solidão, pela necessidade de agradar, ou pela dificuldade de colocar limites. Juntas, podemos olhar para o que se repete nas suas relações, e para o que você deseja ou já não deseja mais sustentar

Muitas mulheres carregam um ideal de quem “deveriam” ser, e vivem se sentindo aquém. Na terapia, abrimos espaço para olhar para a forma como você se percebe e como se trata, reconstruindo, aos poucos, a relação consigo mesma.

Na clínica, você pode ser quem é, sem precisar se explicar, se justificar ou se encaixar. É você quem conduz o ritmo e a direção do seu processo. Acolho cada vivência com respeito, escuta e abertura.

A cobrança por produtividade, a sensação de estar sempre atrasada, o medo de não dar conta... tudo isso pode nos afastar do presente e de nós mesmas. A terapia pode ser um espaço de pausa: para pensar, para sentir, para reencontrar o que faz sentido.

Leia as gentis avaliações que alguns dos meus pacientes fizeram no Google

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LEIA O MEU ARTIGO PUBLICADO PELA UFMG

As experiências familiares exercem um papel decisivo na formação da autoestima. Quando marcadas por situações de desamor, rejeição ou falta de acolhimento, podem deixar marcas profundas que influenciam a saúde emocional e a forma como nos relacionamos com o mundo.

Esse é o tema do meu artigo acadêmico “As relações de desamor no âmbito familiar e o seu impacto na constituição da autoestima”, escrito sob a orientação do professor Dr. José Paulo Giovanetti.

O texto integra a coletânea “Com-textos em Gestalt-Terapia e Análise Existencial IV” (2022), obra que reúne contribuições relevantes para a psicologia clínica contemporânea.

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